sábado, outubro 29

Nada para


Foto by Google 
Ela caminha entre a multidão
Acelera os passos
O coração acelera
A respiração sôfrega se dilui
Os olhos veem rostos irreconhecíveis
Então cai
E ninguém vê
As pessoas não param
O trânsito buzina
O sol de meio dia ofusca
O relógio central dá o sinal
E ela caída, só vê passos
Fecha os olhos e pensa
Pensa naquele momento estático
No minuto em que sua vida parou
Os pensamentos chegam a 100km/h
E nada ao redor para
O mundo continua a rodar
Então ela levanta e segue seu caminho
Assim de repente


1 amor e ilusão:

Denise Monteiro disse...

Ciclo da vida, ciclo sem fim... isto lembra-me as pinturas futuristas, amei o ritmo do poema. Talentosa como sempre!